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quarta-feira, setembro 26

O trabalho da Borboleta..

"Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo, um homem sentou e observou a borboleta por várias horas conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Então pareceu que ela parou de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais longe. Então o homem decidiu ajudar a borboleta, ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas. O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo, que iria se afirmar a tempo. Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar, não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo. Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar. Eu pedi Força...e Deus me deu Dificuldades para me fazer forte. Eu pedi Sabedoria...e Deus me deu Problemas para resolver. Eu pedi Prosperidade...e Deus me deu Cérebro e Músculos para trabalhar. Eu pedi Coragem... e Deus me deu Perigo para superar. Eu pedi Amor... e Deus me deu pessoas com Problemas para ajudar. Eu pedi Favores... e Deus me deu Oportunidades. Eu não recebi nada do que pedi... Mas eu recebi tudo de que precisava."

Oi eu sou o Zé!!!!


              Todos os dias. Ao meio-dia. Um pobre velho entrava na igreja e,
poucos minutos depois, dela saia.
Um dia, o sacristão preocupado com os valores ali existentes
perguntou-lhe,o que fazia ali, diariamente,
sempre naquele mesmo horário.

- Venho rezar - respondeu-lhe o velho.

- Mas é estranho! - disse o sacristão - que você consiga rezar tão depressa.

- Bem! - retrucou o velho - eu não sei rezar aquelas orações compridas.
Mas todos os dias, ao meio-dia, eu entro na igreja e falo:

- Oi! Jesus. Eu sou o Zé. Vim te visitar. Num minuto já estou de saída.
É só uma oraçãozinha. Mas tenho certeza de que Ele me ouve.

Alguns dias depois, o Zé sofreu um acidente e foi internado num
hospital e na enfermaria passou a exercer grande influência sobre todos.
Os doentes mais tristes se tornaram alegres
e muitas risadas passaram a ser ouvidas.

- Zé! - disse-lhe um dia a irmã, responsável pela enfermaria - Os outros
doentes dizem que você está sempre tão alegre. O que você me diz?

- É verdade irmã. Estou sempre tão alegre. É por causa daquela visita que recebo todos
os dias. Faz-me feliz.

A irmã ficou atônita. Já tinha notado que a cadeira encostada na cama
do Zé estava sempre vazia. O Zé era um homem solitário sem ninguém.

- Quem o visita? A que horas? - perguntou-lhe a irmã.

- Todos os dias, ao meio-dia, Ele vem ficar ao pé da cama.
Quando olho, Ele sorri e me diz:

- Oi! Zé. Eu sou Jesus. Vim te visitar
.