Colaboradores

terça-feira, junho 10

"O verdadeiro otimista....

...tem o dom de saber que algo vai dar certo não por presunção,mas simplesmente por acreditar que a força que define o que vai dar certo ou errado em sua vida está em seu interior,em suas competências,em sua fé!!!

sexta-feira, junho 6

O frio que vem da alma...

Seis homens ficaram presos em uma caverna por uma avalanche de neve. Teriam que esperar até o amanhecer para poderem receber socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam. Se o fogo apagasse – eles o sabiam, todos morreriam de frio antes que o dia clareasse. Chegou à hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de poderem sobreviver. O primeiro homem era um racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura. Então ele raciocinou consigo mesmo: - “Aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro.” E guardou-as protegendo-as dos olhares dos demais. O segundo homem era um rico avarento. Ele estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um círculo em torno do fogo bruxuleante, um homem da montanha, que trazia sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele fez as contas do valor da sua lenha e enquanto mentalmente sonhava com o seu lucro, pensou: - “Eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso?” O terceiro homem era o negro. Seus olhos faiscavam de ira e ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou mesmo aquela superioridade moral que o sofrimento ensinava. Seu pensamento era muito prático: - “É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem”. E guardou suas lenhas com cuidado. O quarto homem era o pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Ele pensou: - “Esta nevasca pode durar vários dias. Vou guardar minha lenha.” O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente para as brasas. Nem lhe passou pela cabeça oferecer da lenha que carregava.Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para pensar em ser útil.O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosa das mãos, os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido.- “Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos meus gravetos.”Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e finalmente apagou.Ao alvorecer do dia, quando os homens do Socorro chegaram à caverna encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de Socorro disse: - O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro.

O cachorro manco....

Diante de uma vitrine atrativa, um menino pergunta o preço dos cachorros á venda. - Entre 30 á 50 dólares – respondeu o dono da loja. O menino puxou uns trocados do bolso e disse: - Eu só tenho 2,37 dólares, mas eu posso ver os filhotes? O dono da loja sorriu e chamou “Lady”, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pêlo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancava de forma visível. Imediatamente, o menino apontou para aquele cachorrinho e perguntou: - O que é que há com ele? O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, sempre mancaria e andaria devagar. O menino se animou e disse: - Esse é o cachorrinho que eu quero comprar! O dono da loja respondeu: - Você não vai gostar dele, mas se você realmente quiser ficar com ele, eu lhe dou de presente. O menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com o seu dedo apontado, disse: - Eu não quero que você o dê para mim, aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade eu lhe dou 2,37 dólares agora e 50 cents por mês, até completar o preço total. O dono da loja contestou: - Você realmente não vai gostar deste cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos. Aí, o menino abaixou e puxou a perna esquerda da calça para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar. Olhou bem para o dono da loja e respondeu: - Bom eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso. Muitas vezes desprezamos as pessoas com as quais convivemos diariamente, simplesmente por causa dos seus “defeitos” quando, na verdade, somos todos iguais ou pior que elas, e sabemos que essas pessoas precisam apenas de alguém que as compreendam e as amem, não pelo que elas podem fazer, mas pelo que são.

VENTOS E TEMPESTADES DA VIDA

Um escritor inglês, do século passado, conta em uma de suas obras que na praia perto de sua casa, uma coisa muito interessante podia ser vista com freqüência: Um navio lançando a sua âncora no mar enfurecido. Dificilmente existe uma coisa mais interessante ou sugestiva do que essa. O navio dança sobre as ondas Parece estar sob o poder e à mercê delas. O vento e a água se combinam para fazer do navio o seu brinquedo. Parece que vai haver destruição; pois se o casco do navio for lançado sobre as rochas, será despedaçado. Mas observamos que o navio mantém a sua posição. Embora à primeira vista parecesse um brinquedinho desamparado à mercê dos elementos, o navio não é vencido. Qual é o segredo da segurança deste navio? Como pode resistir às forças da natureza com tanta tranqüilidade? Existe segurança para o navio no meio da tempestade porque ele está ancorado! A corda à qual ele está amarrado não depende das águas, nem de qualquer outra coisa que flutue dentro delas. Ela as atravessa e está fixada no fundo sólido do mar. Não importa quão forte o vento sopre ou quão altas sejam as ondas do mar... A sua segurança depende da âncora que está imóvel no fundo do oceano. Muitas vezes nos sentimos no meio de uma tormenta, sendo jogados pelas ondas da vida para cima e para baixo e açoitados pelo vento da adversidade. Parece-nos, às vezes, que não conseguiremos sobreviver a determinados períodos de nossas vidas. Sem uma vida espiritual, a nossa vida é como um navio sacudido pelo mar enraivecido das circunstâncias incontroláveis da vida. Mas, confiando em Deus, experimentamos sua presença e amor como âncora da nossa vida. Nos sentimos encorajados e esperançosos. Essa esperança mantém segura e firme a nossa vida, assim como a âncora mantém seguro o barco.

Mensagem a uma amiga..

Amiga eu te quero muito bem, de todo o meu coração,peço que guardes contigo esta minha recordação .Mas quando o tempo já nos tiver separado,medite um pouco e recorde os tempos passados.Talvez esteja cansada e em teu lar com muito carinho á noite nas horas calmas conte aos seus filhinhos:”Era uma vez uma escola,eu e uma menininha que estudei....”E hoje só me resta saudades dos tempos que lá passei. Então sentirás saudades profunda e meio constante...Pois não há vida melhor que a vida de uma estudante....